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Substantivo concreto inanimado, texto
Um leitor compartilhou comigo a interpretação dele sobre meu último texto e a primeira coisa que pensei foi: mas não foi isso que eu quis dizer! Refleti e ele me fez entender que um texto, depois de jogado ao mundo, passa a ter muitas versões: a que a escritora pensa,

Meu candidato a pretendente
Se não der Brasil, que dê amor Querido amor da minha vida, Queria que você viesse bonito, com um shape gostoso e me amasse. Seria bom que você tivesse umas tatuagens e um jeitinho meio alternativo sabe. Também queria que você andasse de moto, curtisse umas coisas esotéricas e amasse

Na estante dos silvanienses
A história diz que o prédio surgiu em 1919. Oitenta anos depois, aprendi a ler, sozinha. Aos sete, fiz minha carteirinha da biblioteca e me tornei a leitora de nº 240, número que nunca esqueci. Às vezes folheio as primeiras páginas de Asterix e Obelix só pra ver minha assinatura,

17/09/2026
Goiânia, 2026. Véspera da primavera em uma tarde de setembro. Histórias foram compartilhadas. Uma xícara de café foi degustada. Uma foto não foi tirada. O interlocutor não foi divulgado. Sabe, É preciso escolher entre registrar e viver.

Qual cor eu passo amanhã?
Pintei as unhas de preto. Nada demais. Pintei as unhas – dos pés – de preto. Uau!!! Em um passado imperfeito teria dito que isso nunca aconteceria. Pelo que me recordo, nos últimos dez anos da minha vida eu sempre, repito, sempre, passei esmalte claro nos pés. Salvo raras exceções,

Já percebeu o poder que um sorriso tem na vida das pessoas?
Tempos atrás eu diria que gosto muito do meu sorriso. Hoje, depois das sessões periódicas de terapia, muitas doses de auto amor e nadinha de culpa em parecer soberba, eu digo: eu amo muito meu sorriso. E, se eu não me sentisse TÃO em casa no meu próprio corpo, poderia





